e isto logo pela manhã.


Era 8.30 da manha  de sexta feira, e a escola parecia vazia. Aquela hora costuma estar a nossa turma por aqueles lados, à espera que sejam nove para a melhor aula de toda a semana, mas esta sexta era diferente, era o passeio cujo eu e a minha melhor amiga não fomos.
Como quase sempre estávamos com um amigo, e ele estava demasiado bem disposto e com uma vontade enorme de pegar comigo, e o que sucedido? O teu nome.
E a conversa tornou um rumo estranho e que me fez pensar, embora na altura só me tivesse rido e manda-lo calar. Que rumo? Bem, ele perguntou-me se eu já tinha pensado no futuro, e se já tinha imaginado eu cheia de rugas nas mão, e tu de bengala a ir passear com o nosso neto, e ele jogasse à bola, e por sinal a jogar bem tal como o avô, tu. Perguntou-me se imaginava os meus filhos pretinhos, se imaginava a nossa família. Não respondi. Mas na verdade sim, eu imagino todo o nosso futuro, mas prefiro não o contar para ninguém porque ainda é tão mas tão cedo que não vale a pena pensar nisso, mas se eu imagino? Sim imagino. E imagino de forma sorridente, imagino a nossa felicidade. E você, imagina os meus sonhos tornados realidade, meu amor? Pois, é que o meu maior sonho é ser feliz, do seu lado!
Passei o dia todo pensando nisto embora nem uma palavra tenha sido prenunciada entre nós sobre este assunto.
Esta conversa, estes pensamentos, estas imaginações e tudo o resto mexeu comigo, e isto logo pela manhã fez-me de tola durante o dia todo. E que dia, que dia meu amor.

Sem comentários:

Enviar um comentário