ela não é ninguém. não tem amigos, não há ninguém em quem ela confie a não ser ele. e ele? ele perde os amigos verdadeiros, por causa dela. e ela? ele continua a mesma, embora há uns tempos tenha sido outro alguém. asneira atrás de asneira, e assim vai perdendo quem ainda tinha se aguentando. e ele? a pouco e pouco vai se levando na corrente dela. ela? ela acaba por perder quem ainda restava. e ele? ele vai abrir os olhos, vai tentar largar-se. e ela? ela vai dizer que eles passaram por muito, que foram felizes e vai pedir-lhe para não partir. e ele? ele vai conseguir soltar-se ou mais uma vez vai ficar lá?
um dia ele vai-se fartar, vai a deixar e vai pedir seus amigos de volta, vai pedir perdão e talvez eles perdoem. e nós? nós que em que há momentos atrás ficamos com ela, fizemos com que ela sorrisse, acompanhamos-la em tudo, e apoiamos-la nas suas decisões. que vamos nós fazer? perdoar? podássemos nós perdoar. mas esquecer que ela fez? não. talvez há uns dias eu ainda compreendesse. mas e depois, e quando ela começa a olhar de canto? a virar as costas? a armar-se com ele? e quando ela começa a interferir diretamente na nossa vida? foi lá. ali naquele momento quando ela começa a falar torto que tudo acaba. e ela fica sem ninguém. apenas com ele. mas e quando ele se fartar e a deixar? ai a minha resposta de perdão vai ser não! e aí espero que a vossa também seja, porque ela ultrapassou tudo. ela fez asneira, não nós.
e afinal é disto que a gente tem medo? dela? daquela sincera rapariga que derrepente se torna uma vagabunda que anda por aí? é desta rapariga que não sabe o que fazer, que a gente tem de ter cuidado?
é por ela se ter tornado uma "mitrinha" que nós temos que fugir? ó minha gente é mesmo por esta pessoa que nós vamos deixar de andar sozinhos? é por ela se dar com os mitras gente?
ela precisa de se cuidar. mas vocês também!
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