«Ultimamente, és tu que tens preenchido os meus dias, mas não da maneira pretendida. Agora, vives apenas dentro de mim, e não ao meu lado. Numa tortura dilacerante, vagueias por cada recanto da minha mente, lembrando-me a toda a hora a falta que me fazes. E eu choro, como se as lágrimas que derramo te fossem trazer de volta. É um desespero inútil, eu sei. Mas dói, dói tanto (...) Porque, desde que partiste, tudo parece vazio e sem sentido; demasiado fingido e forçado. Quero-te de volta, só isso»
agora que não estás sei o quão importante és para mim, a falta que me fazes. na verdade eu sinto saudades de tudo o que passamos, saudades de quando me agarravas pela mão e começavas a brincar com ela, saudades de quando me pedias para ir jogar contigo, saudades de quando ficávamos os dois a brincar, saudades das nossas gargalhadas, saudades de te ter comigo fofinho.
eu não sou apaixonada por ti, aliás nunca serei pois há coisas realmente impossíveis.
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