quando tu partis-te eu chorei, gritei, chorei mais, gritei mais, resmunguei com todos, e fiz asneiras atrás de asneiras. ouvi demais e dormi de menos, desesperei e chorei ainda mais. tranquei-me entre quatro paredes, ouvi músicas que naquele momento só me lembravam de ti, perguntei vezes demais o que sentias por mim, fingi estar bem e fiz com que tu me contasses novidades e essas foram boas para ti e terríveis para mim!  mas houve um dia em que alguém te conseguiu tirar da minha cabeça e de meu coração, e agora quem pensas que és? pensas que é assim? começa o ano, e dizes que nunca me esqueces-te- mentira, porque quase que namoras-te com outra- tentas reconquistar-me com pedidos para estares comigo, tentas fazer com que eu olhe para ti, pensas que dizeres que tens ciúmes faz com que eu acredite em ti, mas esquece. e sabes porque porque é que é para esqueceres? porque eu também já esqueci, mas principalmente porque és meu amigo e sabes bem com sou e tudo aquilo que eu quero e faço! agora estou bem contigo, estamos simplesmente bem como amigos e de amigos não passará nunca mais. nunca mais vou cair nessas asneira, estou noutra! 
talvez um dia a nossa amizade volte ao dantes, mas agora somos uns amigos meios esquecitos. nunca pensas-te que vinhas e me tinhas de volta outra vez, pelo menos assim tão facilmente pois não meu amigo?!

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